domingo, 6 de agosto de 2017

Manhã de Verão... (14/04/2017)

Da manhã a brisa soprava tranquila...
Esvoaçava - da cama -, o lençol...
Desnudo, teu exuberante corpo surgia
Ao aconchegante brilho do sol...

Beijavam teus seios pequeninos;
Acariciavam-nos, assim, num frenesi!
Duas taças! Dois preciosos mimos
Que os raios do sol podiam sentir!

Abriram-se as pernas de par em par!
De ti revelavam a pequena flor
Que a claridade do sol vinha beijar...

Na luz da manhã na cama acordavas...
Fulgias como o sol, (enlevado amor!),
Na réstia de luz que mais te amava...


(Onivan)

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